
Aqui está a apresentação do livro Porque me has visto, has creído. O Novo Testamento na arte, editado pela Fundación Amigos Museo del Prado, feita no mês passado por Pablo d’Ors. É a primeira vez que ouço uma conferência deste neto de Eugenio d’Ors e, a verdade, eu adorei. Vi um paralelismo com
Aqui está a apresentação do livro Porque me has visto, has creído. O Novo Testamento na arte, editado pela Fundación Amigos Museo del Prado, feita no mês passado por Pablo d’Ors.
É a primeira vez que ouço uma conferência deste neto de Eugenio d’Ors e, a verdade, eu adorei.
Vi um paralelismo com o que fazemos no MAP:
· Descobrir: sair ao encontro, caminhar juntos, perguntar, ouvir sem fazer juízo, esvaziar o que há dentro: ilusões, desilusões, anseios, expectativas não cumpridas, perdas, recusas …
· Conquistar: sentir o que já sabemos racionalmente; que chegue do interior com o cotidiano, com os gestos, com o que se torna a cada minuto.
· Resolver: conseguir que a pessoa seja a protagonista, caminhando com segurança, com motor próprio.
Também gostei da expressão “parloteo interior”: expressão muito gráfica do que acontece dentro da pessoa.